Descubren un río que corre bajo el Amazonas

Según los expertos, se ubica a 4 mil kilómetros de profundidad y tiene cerca de 6 mil kilómetros de largo

Científicos brasileños descubrieron evidencias de la existencia de un río subterráneo que corre bajo el río Amazonas, a 4 mil metros de profundidad, informó hoy el diario “O Estado de Sao Paulo”.

Según los expertos del Observatorio Nacional (ON), el río tendría 6 mil kilómetros de largo y correría de oeste hacia este, en el mismo sentido del río Amazonas (6.992 kilómetros), que nace en el Perú y termina en el estado brasileño de Amazonas. […]

Según el estudio, el río Hamza tiene entre 200 y 400 metros de ancho y un flujo estimado en 3 mil metros cúbicos por segundo. [elmanana.com.mx]

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Pesquisadores encontram rio que corre no subterrâneo da Região Norte

Por baixo do maior rio do planeta, o Amazonas, corre um gigante silencioso. A 4 mil metros de profundidade, flui o Hamza, um rio subterâneo de pelo menos 6 mil quilômetros, que se estende do Acre até o Oceano Atlântico. A descoberta foi divulgada por cientistas do Observatório Nacional (ON), que estudavam poços de petróleo na região e o encontraram por acaso. O desafio, agora, é entender onde nasce e por qual trajeto segue este que pode ser o maior curso d’água localizado debaixo da terra. […]

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Devagar e profundo
Além de suas dimensões, o rio subterrâneo tem o mesmo sentido de fluxo que o Amazonas, de oeste para o leste. Contudo, existem diferenças marcantes. A vazão média do Rio Amazonas é estimada em cerca de 133 mil metros cúbicos, enquanto a do subterrâneo é de 3 mil metros cúbicos. […]

Os dados do estudo também revelaram as velocidades desse fluxo embaixo da terra. Comparando-se ao Rio Amazonas, as velocidades do Hamza são relativamente pequenas. As águas do Amazonas variam de 0,1 a 2 metros por segundo, já as subterrâneas estão na faixa de 10 a 100 metros por ano. […]

Outra característica interessante é o comportamento do rio que corre embaixo do Amazonas. Nos primeiros 2 mil metros de profundidade, seu fluxo é vertical. Ou seja, nessa camada, a água é absorvida da superfície e se movimenta entre os poros das rochas, no sentido de cima para baixo. Dos 2 mil metros até os 4 mil metros de profundidade, o fluxo se modifica, e a água começa a fluir na horizontal, como ocorre no Rio Amazonas.  […] [Silvia Pacheco/correiobraziliense.com.br]

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