Rio é monitorado por 700 mil câmeras de vigilância privadas

  • Com média de uma câmera a cada nove habitantes, capital fluminense se aproxima de São Paulo
  • Números não incluem as cerca de mil câmeras nas ruas mantidas por prefeitura e governo do estado
  • Limites entre segurança e privacidade geram polêmica

RIO DE JANEIRO, BRAZIL - JUNE 09:  General views of the City on June 09, 2013 in Rio de Janeiro, Brazil.  (Photo by Laurence Griffiths/Getty Images)

RIO — Para colocar um ponto final numa onda de depredação de pequenas caixinhas do sistema de alarme dos elevadores do condomínio Belle Vie, na Freguesia, a síndica Elizabeth Pilouchas decidiu instalar câmeras de vigilância nos saguões dos três blocos de apartamentos. Deu certo: desde meados do ano passado, os equipamentos estão a salvo. O vandalismo custou R$ 1.023 aos mil condôminos — foram 11 caixinhas quebradas — e acabou justificando a necessidade de ampliação do rigor na vigilância. A escalada do monitoramento no Belle Vie impressiona: em 2011, a construtora entregou o condomínio com três câmeras. Hoje, são nada menos do que 32 olhos eletrônicos, um aumento de 966%. Elizabeth quer mais e planeja instalar outros 16, principalmente na garagem.
O fenômeno se espalha por toda a cidade. Prédios, galpões, empresas e residências do Rio contam com 700 mil câmeras de segurança, o que equivale a um equipamento a cada nove cariocas, segundo estimativa do Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Rio (Siese-RJ). Um mercado que cresce em média 10% ao ano, aproxima-se da média de São Paulo — a capital paulista tem uma câmera para cada oito pessoas — e parece não ter limites. […] [Leia mais sobre esse assunto em
oglobo.globo.com/rio/rio-monitorado-por-700-mil-cameras-de-vigilancia-privadas-10736563#ixzz2kGYKFSAs]

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